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Avaliação negativa do governo Lula fica em 40%, ante 35% positiva, diz Datafolha

Levantamento feito em 6 e 7 de outubro mostra estabilidade aproximada frente à rodada anterior; avaliação do governo não é intenção de voto.

Avaliação negativa do governo Lula fica em 40%, ante 35% positiva, diz Datafolha
Lula em foto de arquivo. Foto: Ricardo Stuckert/CNN Brasil.

A avaliação negativa do governo Lula é de 40%, ante 35% de avaliação positiva, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (8). Outros 24% classificaram a gestão como regular. O levantamento foi feito em meio à campanha do segundo turno, mas mede a percepção sobre o governo — não a intenção de voto para presidente.

Na rodada anterior, a avaliação negativa era de 41% e a positiva, de 35%. A oscilação de um ponto no índice negativo, dentro da margem de erro informada, não permite afirmar que houve uma mudança consolidada de tendência. Os dados foram publicados pela CNN Brasil e também pela Folha de S.Paulo.

O que a pesquisa mediu

O Datafolha ouviu 2.520 pessoas nos dias 6 e 7 de outubro. A margem de erro divulgada é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número BR-02949/2026. Percentuais podem não somar exatamente 100% por arredondamento.

A distância entre as avaliações negativa e positiva é de cinco pontos percentuais no resultado divulgado. Para o leitor, a comparação mais útil é com a rodada anterior: a aprovação permaneceu em 35%, enquanto a avaliação ruim ou péssima variou de 41% para 40%. Isso descreve estabilidade aproximada, não uma virada comprovada na opinião pública.

Avaliação do governo não é intenção de voto

Uma pessoa pode avaliar o governo de determinada forma e ainda escolher seu voto por outros motivos. Por isso, este indicador não deve ser lido como projeção do resultado eleitoral. Na pesquisa de intenção de voto do mesmo Datafolha, a pergunta e a base de cálculo são diferentes.

A fotografia de Lula que acompanha esta reportagem é de arquivo. Ela identifica o presidente, mas não retrata a realização da pesquisa nem um evento desta quinta-feira.

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