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Cecília Marques defende transformar sobrecarga de mulheres em pauta permanente na Alese

Candidata a deputada estadual pelo PL, com o número 22.222, Cecília Marques propõe colocar no centro do debate público a…

Cecília Marques defende transformar sobrecarga de mulheres em pauta permanente na Alese

Candidata a deputada estadual pelo PL, com o número 22.222, Cecília Marques propõe colocar no centro do debate público a realidade de milhares de mulheres que trabalham, sustentam a casa e cuidam dos filhos sem rede de apoio.

A proposta é construir políticas que enxerguem a mulher dentro da realidade da família que depende dela.“Quando uma mãe está sozinha para sustentar uma casa, criar os filhos, trabalhar e resolver tudo, qualquer imprevisto pode virar uma crise. Quem fica com a criança quando ela precisa trabalhar? O que acontece quando ela adoece? Como se qualificar ou empreender se não existe com quem dividir as responsabilidades? São problemas da vida real que precisam entrar na agenda pública”, afirma.

A partir da escuta de mulheres que relatam sobrecarga financeira e emocional e dificuldade para conciliar trabalho e maternidade, Cecília defende frentes como autonomia financeira, qualificação profissional, empreendedorismo, geração de renda e fortalecimento das redes de proteção.

A candidata inclui entre as prioridades o combate à violência contra a mulher e ao feminicídio, com prevenção, acolhimento e fortalecimento da rede de atendimento, além de atenção à prevenção e ao enfrentamento da violência e do abuso sexual infantil.“Não existe criança verdadeiramente protegida sem olhar para a realidade da família em que ela vive. Não existe liberdade para uma mulher que permanece presa à dependência financeira ou à violência. E não podemos falar em família forte ignorando a mulher que está sustentando essa família praticamente sozinha”, diz.

“Eu vejo mulheres que não estão pedindo privilégio. Estão pedindo condições para trabalhar, criar seus filhos com dignidade e construir o próprio futuro. Elas não precisam que o Estado ocupe o lugar da família. Precisam que a política pare de ignorar a realidade de quem está lutando para mantê-la de pé”, completa.