Sergipe

Sergipe é um dos três palanques de Flávio Bolsonaro no Nordeste e tem Ricardo Marques como nome ao governo

De acordo com levantamento divulgado pelo UOL, o PL terá candidato próprio a governador em apenas três estados do Nordeste,…

Sergipe é um dos três palanques de Flávio Bolsonaro no Nordeste e tem Ricardo Marques como nome ao governo

De acordo com levantamento divulgado pelo UOL, o PL terá candidato próprio a governador em apenas três estados do Nordeste, e Sergipe está na lista, ao lado da Paraíba e do Rio Grande do Norte. No estado, o palanque de Flávio Bolsonaro é liderado por Ricardo Marques, candidato ao Governo de Sergipe pelo PL. O empresário e ex-vereador de Lagarto, Érico Menezes, foi anunciado como vice. Para o Senado, a chapa apresenta Rodrigo Valadares – apontado como um dos articuladores para garantir o alinhamento estadual ao projeto nacional – e Coronel Rocha. O grupo reúne ainda as principais lideranças da direita sergipana.

A coligação, formada por PL, Podemos e NOVO, lançou chapas completas para deputado estadual e federal com a proposta de renovação e defesa das pautas da direita e dos interesses de Sergipe na Assembleia e no Congresso.“Em Sergipe, Flávio Bolsonaro tem palanque, dois candidatos ao Senado e um grande time de candidatos a deputados estaduais e federais. Érico Menezes chega para fortalecer a nossa caminhada. Estamos construindo um projeto completo para mudar Sergipe e ajudar a reconstruir o Brasil”, afirmou Ricardo Marques.

O candidato destaca que o alinhamento nacional vem acompanhado de propostas voltadas aos problemas locais.“Estamos com Flávio Bolsonaro porque acreditamos que ele representa o melhor projeto para o Brasil. Em Sergipe, nossa prioridade será enfrentar a falta d’água, melhorar a saúde, fortalecer a segurança e gerar emprego e renda com dignidade, sempre defendendo a liberdade e os valores da família”, disse.

Ricardo também fez críticas aos grupos que vêm se alternando no poder no estado.“Enquanto os dois grupos brigam para decidir quem vai mandar em Sergipe, nós estamos discutindo como melhorar a vida das pessoas. Um quer continuar no poder; o outro quer tomar o seu lugar. Sergipe não precisa trocar um sistema por outro. Precisa romper esse ciclo, recuperar sua capacidade de crescer e voltar a gerar desenvolvimento e oportunidades, especialmente no interior. A nossa candidatura é a alternativa viável para quem quer uma política feita para as pessoas, e não para os grupos que disputam o controle do Estado”, concluiu.