Na última semana de campanha, o candidato ao Senado Coronel Rocha (PL) intensificou as agendas nas ruas de Sergipe para consolidar o nome rumo ao primeiro turno deste domingo, 4 de outubro. Com o número 221, ele aposta no corpo a corpo e no discurso de linha dura na segurança pública.
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Militar da reserva, Rocha estruturou a campanha em três eixos principais: combate à criminalidade, valorização das forças de segurança e equilíbrio entre os Poderes da República.
Entre as propostas de maior repercussão está o endurecimento da legislação penal, com defesa da redução da maioridade penal para 16 anos e penas mais rigorosas para crimes como homicídio, feminicídio, latrocínio, tráfico de drogas, estupro e pedofilia.
Outro ponto central é a pauta institucional. O candidato defende mandato fixo para ministros do Supremo Tribunal Federal e afirma que o Senado precisa retomar seu papel constitucional de frear excessos do Judiciário.
“O Senado não pode se omitir. Precisamos restabelecer o equilíbrio entre os Poderes e garantir que a lei seja dura para quem comete crime”, tem afirmado nas agendas.
A reta final também foi marcada por visibilidade nacional. Em 27 de setembro, Rocha participou do ato de Flávio Bolsonaro em Aracaju, e mesmo em meio às divergências internas do PL sergipano, reafirmou alinhamento ao projeto político do senador carioca.Coronel Rocha é 221.






